PALESTRANTE:

Dra. Fernanda Rueda
Professora do Departamento de Radiologia da UFF
Médica radiologista grupo DASA
Marcas CDPI e Bronstein Reis
MODERADORA:

Dra. Isabella D’Andrea
Neurologista e Neurofisiologista
Membro Titular da SBNC
Mestre em Neurociências pela UNIFESP
Doutorado em Epilepsia pela UFRJ
Chefe do Serviço de Epilepsia do IECNP
Professora de Neurologia da UFF
Presidente da LBE – Capítulo Rio de Janeiro
Presidente da ABN – Regional Rio de Janeiro
Parabéns! O corte axial oblíquo para Escletosr Hipocampal ainda contribui para analisar o volume do hipocampo?
Boa noite, Soniza! Muito obrigado por participar da live e por seu comentário.
A Dra Fernanda Rueda nos passou a seguinte resposta sobre o seu questionamento: “O corte axial tem que ser feito bem angulado para o hipocampo. Com as sequências 3D conseguimos ter esse corte, mas não é tão frequente a análise dessa forma. A medida volumétrica pode ser dada por softwares que utilizam a sequência 3D como base e dão volumes mais fidedignos do que a medida feita manualmente pelo radiologista”